Sábado Setembro 04 , 2010
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Fundadores

Esses foram os amigos que deram inicio a sauna, em 1973...
Da esquerda para direita: Carlito, Rone, Bosco (que entrou pouco tempo depois), Emilinho, Rubinho e João Calabresi

 

NOSSA HISTÓRIA

Sem os irmãos Rubinho e Rone de Oliveira, proprietários da Fazenda Água da Estiva, com certeza não estaríamos tanto tempo juntos. Deixamos aqui nossa homenagem e agradecimento a esses homens que tem tolerado o pessoal tanto tempo.


RONE
E RUBINHO






  • O Início: Em 1973, Cinco jovens estudantes da cidade de Piraju, estado de São Paulo, Brasil (Roni, Emilinho, João Calabresi, Carlito Borges e depois o João Bosco), com a desculpa de estudar, pois faziam faculdade em Itapetininga, toda terça feira iam até a Fazenda Água da Estiva, levavam umas cervejinhas (que ninguém é de ferro), faziam um frango com arroz, jogavam conversa fora e estudar que é bom nada. Percebendo que estava ficando maçante apenas em cinco pessoas, convidaram o Luiz Manobra para fazer parte do grupo, pois assim formariam uma parceragem para jogar truco, o que passou a ser uma atração desse grupo. Mais tarde, vendo que não tinham adversários, convidaram o Laércio e o Geraldo, donde surgiu a tradição do encontro, ou seja a rivalidade no jogo de truco que se criou entre eles e permanece até hoje. Com o tempo foi-se convidando um e outro, até chegar aos amigos de hoje.

  • A Amizade: Nascia aí uma amizade entre esses jovens, que foi-se juntando a outros, e sem qualquer fim político, religioso, ou algo parecido, eles se reúnem literalmente para esquecer a correria do dia-a-dia, toda sexta feira, caia tempestade, ou comece a 3ª guerra mundial. Toda sexta feira lá estão, não mais jovens estudantes, mas sim, senhores empresários, bancários comerciantes, advogados, dentistas, funcionários públicos, profissionais autônomos, aposentados, fazendeiros, políticos, enfim, um grupo de amigos, que tem como lema - "A amizade é a maior dádiva que Deus pôde dar ao homem".

  • Toda Sexta-Feira: Quando se diz toda sexta-feira, é porque não tem essa de perguntar para o outro se vai ter sauna sexta, tem mesmo, pode um dos amigos estar viajando e ao chegar ir direto para a fazenda, que vai encontrar todos reunidos. Ao se reunirem esses verdadeiros amigos, além de jogarem conversa fora, jogam truco, snooker, fazem sauna, é claro, se deliciam com uma Skol bem gelada, acompanhada de um delicioso churrasco, ouvindo uma boa música tocada ao vivo por um amigo violeiro. Quem freqüenta a sauna, sabe que quando chega sexta-feira, a ansiedade é tão grande que só acaba quando se parte para a fazenda, o que se dá normalmente às 18 horas,  mas já as 16 horas sempre tem alguém na fazenda cuidando dos preparativos para a "guerra do truco".

  • Freqüentadores: Ao todo hoje são assíduos freqüentadores, uns 30 amigos, que desfrutam os momentos de descontração, mas já passaram pela "sauna", umas 100 pessoas. Alguns mudaram de Piraju, outros já partiram para outro mundo. Pessoas ilustres tiveram a satisfação de viver momentos inesquecíveis na "sauna". Passaram por lá ministro, vários artistas,  dentre eles o Gaúcho da Fronteira, o Campeão Sul-americano de Snooker, um presidente do Banco do Brasil, e também muitos ilustres desconhecidos..

  • Interessante: Desde o inicio, mulher não entra, a não ser uma vez em que um amigo (Zézinho) se caracterizou de madame e foi a festa. Aqueles que não sabiam da brincadeira diziam "mulher aqui não", depois do susto foi só gargalhadas. Há também aqueles que preferem percorrer os 8 kms até a fazenda, a pé, aproveitam para baixar o triglicérides, colesterol, etc e tal, é a idade pesando!!!.  E mais, as esposas dos freqüentadores acostumaram tanto a ficarem sem seus maridos na sexta, que não marcam nada nesse dia.

  • Festa dos 25 anos: Por volta das 18 horas, do dia 4/12/98, é claro sexta feira, lá estavam reunidos, todos, mas para o Rone e o Rubinho seria uma verdadeira surpresa. Foi preparada para os donos da fazenda, uma festa surpresa, onde tinha placa comemorativa, banners, queima de fogos. Além dos amigos do presente, vieram comemorar, também os amigos da passado, que não mais residem em Piraju. A emoção tomou conta dos amigos, pois, fazia muito tempo que uns não se viam. Com certeza vai ficar na memória de cada um esse dia.  A Festa foi notícia nos jornais da cidade, ocupando uma página inteira, tamanha foi a festa. Aos amigos que já se foram (que chamamos de "Ausentes"), foram lembrados por todos, que são eles: Ezequiel de Barros, Esaldivar Ramos, Wilson Morini e o Inivaldo (gerente do Bradesco). O nosso amigo Orlando Padlas hoje "ausente", encontrava-se presente no dia da festa.

  • Festa dos 30 anos: É muito difícil descrever o que se passou na Fazenda Água da Estiva na sexta-feira 14 de novembro de 2003. Também seria muita pretensão de nossa parte, tentarmos descrever a emoção momentânea que sentimos, ao rever os velhos amigos. Estávamos em aproximadamente 90 pessoas, mas todas elas na mais completa alegria.  Registramos a presença de muitos amigos que há muito não mais estavam em nossa companhia: Lá estavam o Tcham, o Ari, Carlinhos (Bradesco), Derly (Bradesco), João Reimão, Ildemar, Tarcísio, Milton Tonini, Beto Calçados entre outros. Nosso amigo Ivan viajou especialmente para nos visitar, vindo de Belo Horizonte (onde reside atualmente) e retornando na manhã seguinte. Não deixarei de fazer um agradecimento especial a ele, pois a demonstração de consideração e amizade ficou muito clara. A outra presença que com sua chegada, emocionou muitos dos velhos amigos foi o Rubão que também não mora mais em Piraju e está fora do grupo desde o início da década de 90. Hoje, devido a problemas de saúde, dificilmente terá condições de permanecer em nossa companhia. Uma vez mais, nossos agradecimentos a esses amigos e alguns mais que por um lapso deixamos de citar. Tivemos a presença da imprensa, que estava representada pelo colunista Silas Carrara do jornal "Observador" que permaneceu durante toda a festa em nossa companhia, publicando uma belíssima reportagem da festa. Também a "Folha de Piraju" se fez presente tirando fotos com direito a matéria de capa.Os donos da casa, Rubinho e Rone, estavam eufóricos com o sucesso da festa. Muitos rojões e muitas cervejas rolaram até madrugada adentro. Na preparação das picanhas, estava o Jorjão e o Luiz Delfino, assessorados pelo Luiz Manobra que não deixaram o povo ficar sem mastigar um só instante. O Garcia e Marcio (papa-légua) deram conta da parte musical, sempre rodeado por um grupo grande dos amantes da música sertaneja. Emilinho novamente deu conta do recado, discursando sobre esses trinta anos de convivência em grupo e aqui escrevo uma frase de seu discurso, frase esta que me chamou muito a atenção: “ Meus amigos, hoje é para mim uma data muito especial, pois se trata da milésima qüinquagésima sexagésima reunião da nossa turma e nesse período tivemos discussões acaloradas, confessamos mágoas e fizemos elogios e nunca perdemos o espírito de amizade” e seguidamente repetiu a frase de Milton Nascimento: “AMIGO É COISA PARA SE GUARDAR DEBAIXO DE SETE CHAVES” e é obvio que nós acreditamos e comprovamos muitas vezes isso! Quero aqui representar todo o nosso grupo para que, em nome dele eu possa agradecer o trabalho do Márcio, Bosco e Peléco que foram os responsáveis pelo brilho deste evento que ficará marcado na memória de todos nós. Bosco, Márcio e Peléco, vocês fizeram sucesso e em alguns momentos foram responsáveis pelos sentimentos de emoção que por muitos de nós passou no decorrer da festa.

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